INFORMAÇÃO DE BIBLIOTECÁRIA - MA

Ideias, reflexões, curiosidades e questionamentos sobre a área de Biblioteconomia, Arquivologia, Consultoria informacional, Gestão do Conhecimento, Inteligência Competitiva, Gestão da Informação, Empreendedorismo e Digitalização de Documentos.













terça-feira, 3 de dezembro de 2013

LIBRARY JOURNAL

Library Journal - é uma publicação comercial para bibliotecários . Foi fundada em 1876 por Melvil Dewey. O Jornal relata notícias sobre o mundo da biblioteca, enfatizando as bibliotecas públicas , e oferece artigos sobre os aspectos da prática profissional. Tem a maior circulação que qualquer outra revista de Biblioteconomia, de acordo com Ulrich de -. aproximadamente 100.000.

Interessante: Minha Biblioteca...APROVEITEM!!!

 Minha Biblioteca conta atualmente com mais de 4 mil títulos,
das principais editoras acadêmicas do país. Fique à vontade para pesquisar no acervo


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Guarda externa de documentos: riscos e dicas

As empresas pressionadas pela necessidade de liberar espaço buscam na guarda externa uma solução com um custo menor que o seu metro quadrado e mais eficiente. A guarda externa com margens bem reduzidas devido à forte concorrência oferece serviços adicionais, no sentido de gerar mais valor para o seu cliente. Dentre os serviços oferecidos encontramos: organização das caixas, digitalização, custódia digital e outros processos.

Tem sido comum no mercado encontrar a guarda externa oferecendo a digitalização com adição de um código de barra em cada documento, como elemento suficiente para rastreá-lo. Segundo a guarda externa, não é necessário “organizar” as caixas por departamento. Os documentos são digitalizados e acondicionados em caixas na medida em que são enviados para a guarda externa, ou seja, cronologicamente. Na necessidade do cliente querer reunir documentos espalhados, a própria guarda “monta” esta caixa.

Muitas empresas enxergam nisto uma grande vantagem – “um alívio se livrar de tanta papelada”. O que os dirigentes se esquecem é que ao terceirizar a gestão dos seus documentos, a empresa fica refém da guarda externa.
Apenas com a mudança de guarda externa o ‘custo’ desta facilidade aparece. A empresa receberá os documentos todos dispersos e misturados. Prontuários de Funcionários, junto com movimento financeiro, contratos misturados com guias fiscais. Imagina como aplicar a temporalidade dos documentos.

Esta reflexão é fundamental neste momento em que algumas empresas de guarda externa passam por dificuldades. Uma está saindo do mercado, abalada por um sinistro vultoso. Outra teve o seu galpão lacrado impedindo o acesso dos clientes aos seus documentos.
Lição Aprendida: a opção por uma guarda externa deve sempre considerar a possibilidade de mudar de fornecedor.

 DICAS:

Muitos problemas com a guarda externa se devem a falta de planejamento ao terceirizar a custódia dos documentos corporativos. É comum que a escolha pela empresa de guarda seja tomada com base no custo unitário de armazenamento da caixa. O resultado é insatisfação quanto ao nível de serviço e problemas com cobrança devido a valores desconhecidos.
Confira 7 dicas que facilitam a gestão dos documentos em uma guarda externa.
  1. Desenvolva um plano de classificação que permita distribuir os documentos por área de responsabilidade e facilite a identificação do conteúdo.
  2. Organize o conteúdo das caixas de forma que agilize a recuperação dos documentos. Não separe documentos que em uma fiscalização devem ser apresentados conjuntamente.
  3. Exija um sistema de gerenciamento que permita rastrear a caixa. Qual o status? elas estão emprestadas? falta confirmar sua entrega? quem retirou a caixa?
  4. Dê preferência a sistemas onde o próprio cliente classifica as caixas. A guarda externa deve conferir e confirmar sua implantação.
  5. Solicite relatórios periódicos conferindo seu inventário. Arquive estes relatórios.
  6. Guarde suas ordens de serviço para conferir com as faturas mensais.
  7. Centralize a interface com a guarda externa. É mais fácil controlar os serviços.
Atendendo à estes pontos, você será cliente de uma guarda externa e não refém.

Fonte:  http://gestaodocumental.wordpress.com/page/3/

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Plágio é crime! Conheça um pouco sobre os Direitos Autorais....


No Brasil, o Direito de Autor surgiu em 1827, com previsão legal no Código Criminal de 1830 que previa ser crime a violação dos direitos autorais, mas não detalhava quais as situações se enquadravam nesta infração.
Assim, regulamentou-se a Propriedade Intelectual por meio da 1ª lei de nº 496, de 1898. Após esta data houveram várias alterações e legislações e atualmente vigora a lei nº 9.610 de 19 de fevereiro de 1998, até a presente data, conhecida como Lei dos Direitos Autorais - LDA.
O que podemos realçar acerca da lei vigente, inicialmente, que seu escopo de abrangência é insuficiente diante da revolução digital em que vivemos. O que buscamos atualmente são mecanismos e ferramentas que controlem a reprodução ilegal, o download indevido. A Internet nos permite copiar músicas, filmes, fotos, livros, ou seja, as mais variadas fontes de informação, contrariando literalmente a lei em vigor.
A LDA é categórica quando descreve em seu art. 11 que AUTOR é PESSOA FÍSICA, o criador de uma obra literária, artística ou científica, por exemplo. Pergunta-se então e a PESSOA JURÍDICA pode ser autora? EXISTE proteção concedida a Pessoa Jurídica? Então, voltamos a frisar que o AUTOR de qualquer obra é a pessoa física, o que pode ser transferida é a TITULARIDADE dos seus direitos de uso da obra para terceiros, sejam estes PESSOA FÍSICA OU PESSOA JURÍDICA, que passam a ter LEGITIMIDADE para exercer os direitos sobre uma obra.
O que se entende é que a PESSOA JURÍDICA, seja esta, EMPRESAS, INDÚSTRIAS, INSTITUIÇÕES DE ENSINO OU DE PESQUISA, não podem criar, que não seja por meio DA PESSOA HUMANA. Por exemplo, OBRAS COM VÁRIOS AUTORES, que geralmente são produzidas nas empresas ou instituições e que são publicadas como obras em co-autoria ou obras coletivas, mesmo assim, precisam do consentimento de todos os autores envolvidos para qualquer alteração ou publicação.
Vejam que ainda falta a prática de oficializar o Direito Autoral internamente entre os pares. Neste caso, a titularidade pode ser da empresa, mas os direitos são dos autores. O que se pretende é encontrar o equilíbrio entre a defesa e proteção da titularidade do autor e o acesso ao conhecimento pela sociedade. E no caso de Trabalho de Conclusão de Curso, os famosos TCCs. É uma obrigatoriedade do acadêmico de qualquer curso de graduação ou pós-graduação, elaborar o TCC. Entretanto, a contratação de terceiros e a venda de trabalhos prontos, configura em crime previsto no Código Penal Brasileiro.
Existem dois crimes previstos no caso: Crime de Violação aos Direitos Autorais no Art. 184 – Código Penal, que diz: Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. § 1º Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. § 2º Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente. § 3º Se a violação consistir no oferecimento ao público, mediante cabo, fibra ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para recebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda, com intuito de lucro, direto ou indireto, sem autorização expressa, conforme o caso, do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor de fonograma, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. Os direitos autorais são violados quando há publicação ou reprodução abusiva, com a utilização excessiva do contratado, tradução não autorizada, a conduta de atribuir para si a obra ou parte dela de autoria de outrem, condutas estas denominadas pela LDA, em seu art. 5º inc. VII, de contrafação.
A Lei n.º 8635/93, acrescentou três parágrafos ao artigo 184 do CP, com o fito de inibir a reprodução ilegal. Crime de Estelionato previsto no art. 171 do Código Penal, descreve que: Art. 171. Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento: Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa. § 1º - Se o criminoso é primário, e é de pequeno valor o prejuízo, o juiz pode aplicar a pena conforme o disposto no art. 155, § 2º. § 2º - Nas mesmas penas incorre quem: I - vende, permuta, dá em pagamento, em locação ou em garantia coisa alheia como própria.
Culmina em responsabilidades dos infratores o Contratante e o Contratado, em virtude de que a prática pela venda de TCC está pautada em fins comerciais e obtenção de lucro, existindo a reprodução indevida de trabalhos sem a autorização expressa do autor da obra.

Texto elaborado pela: Profª Ms. Adriana Carla S. de Oliveira.
Conheça mais acerca de plágio e venda ilegal de monografias na reportagem do Jornal Hoje da Rede Globo. 
Fonte: Vídeo Jornal Hoje. Saiba como funciona o mercado ilegal de venda de monografias. Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2012/05/05/para-abnt-brasil-esta-no-caminho-de-absorver-conceitos-de-desenvolvimento-sustentavel.htm. 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Validade Jurídica de documentos digitalizados

Várias empresas procuram meios de utilizar a digitalização de documentos para substituí-los por uma cópia com a mesma validade jurídica e que ofereça maior facilidade para armazenamento e manipulação.


Atualmente, o reconhecimento de cópias existe para o processo de microfilmagem ou para o anacrônico modelo baseado em reconhecimento via cartório, que possuem fé pública para legitimar o processo de digitalização de documentos ou outros processos de cópias.
No caso da microfilmagem, segundo o Decreto nº 1.799 que regulamente a Lei n° 5433, de 8 de maio de 1968, somente cartórios ou empresas autorizadas poderão efetuar a microfilmagem, segundo padrões e critérios estabelecidos e se responsabilizando pela qualidade do serviço executado.

Esse modelo poderia se aplicar da mesma maneira ao processo de digitalização de documentos, bastando para tal uma lei que regulamentasse tal atividade.

Original e cópia

A única diferença existente entre a microfilmagem e a digitalização de um documento é o suporte. Enquanto na microfilmangem o suporte é um filme fotográfico, na digitalização o original vira informação binária que pode ser armazenada em diversos tipos de mídia.
Entre o documento original e sua cópia, microfilmada ou digitalizada, a diferença do suporte físico não é problema para que um possa representar o outro, pois a cópia e o processo que as gera, são confiáveis do ponto de vista da tecnologia.
O ponto crítico está na possibilidade de fraudes, na violação da integridade ou da autenticidade do documento original, porém não existe processo imune a falhas.
No caso de autenticação via cartórios, apesar de raros, existem casos de adulteração criminosa de documentos, e é possível fraudar documentos microfilmados, seja antes, durante ou depois do processo de microfilmagem. O que torna esses processos seguros, é a educação dos profissionais na execução das atividades segundo padrões e critérios estabelecidos e nas leis que prevêm a punição dos infratores.

ICP-Brasil

O Brasil possui uma infra-estrutura tecnológica e um aparato jurídico vigente no país desde 2002, que oferece o suporte às questões relacionadas a validade dos documentos manipulados digitalmente, que é a Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

O termo PKI (Public Key Infrastructure) é utilizado anteriormente a instituição da ICP-Brasil portanto PKI será utilizado quando nos referirmos genéricamente a esse tipo de infra-estrutura.

Uma PKI garante os princípios de confidencialidade, integridade, autenticidade e não-repúdio.
Se a atividade de digitalização fosse regulamentada, teriamos uma pessoa ou um grupo de pessoas na empresa acompanhando a digitalização de documentos, assinando-os digitalmente, conferindo os quatro princípios acima citados. Toda a infra-estrutura de uma PKI estaria envolvida, software cliente para o usuário assinar as transações (digitalização de documentos) com a sua chave privada, conferindo autenticidade e não repúdio, hasheamento das informações conferindo integridade das mesmas e criptografia assimétrica com a chave pública do servidor, conferindo confidencialidade. No lado servidor haveria a validação das informações enviadas, assim como a validação do certificado do usuário na ICP-Brasil conferindo validade jurídica aos documentos armazenados.

O envelope gerado em um sistema que cumpre o ciclo de uso de uma PKI, e que transporta o documento digitalizado ou qualquer outro tipo de documento, possui validade jurídica. O sujeito que gerou esse envelope e assinou o documento com a sua chave privada contida no seu e-cpf/e-cnpj não pode negar a sua assinatura (princípio do não-repúdio) e não pode alegar que o documento foi alterado (garantia de integridade), assim como o receptor ou sistema servidor não pode alegar que houve quebra na confidencialidade, além de saber quem originou a transação (autenticidade).

O dia que for instituida uma lei dizendo que uma cópia feita segundo determinadas regras, por determinadas pessoas ou empresas terá a mesma validade que o original, o problema estaria todo resolvido, pois do ponto de vista da tecnologia, a ICP-Brasil oferece o suporte necessário para conferir confidencialidade, integridade, autenticidade e não-repúdio de documentos eletrônicos.
O documento original poderá ser de qualquer natureza, podemos citar como exemplo, propostas de seguro, propostas de venda de veículos, pedidos de consulta médica ou armazenamento de receita médica em fármácias etc.

Futuro Próximo

A vantagem de um sistema baseado em arquivos digitalizados em relação a um sistema baseado em arquivos microfilmados é enorme, pois o suporte de um é o computador, enquanto o outro se baseia em filme. Com base em arquivos no computador, é possível construir sistemas clientes para consulta dos documentos, para auditoria dos mesmos antes da destruição dos originais etc. Tudo isso, podendo ser feito, com sistemas que utilizariam a infra-estrutura da PKI que gerou a digitalização, autenticando os usuários na cadeia ICP-Brasil.
É possível também que fabricantes de hardware em conjunto com Autoridades Certificadoras e grandes players do software tenham produtos prontos na manga para oferecer ao mercado, onde o usuário se autentica em um determinado hardware, via ICP-Brasil, para iniciar automaticamente os processos de digitalização e armazenamento dos documentos. Essa não seria uma má idéia do ponto de vista de um produto, talvez tenha até boa aceitação no mercado.
É de se esperar porém que a legislação a ser criada, não restrinja a digitalização de documentos à eventos dessa natureza somente, pois seria um tiro no pé do usuário.

Conclusão

Existem projetos de lei pendentes de votação no Congresso Nacional que tratam das questões relacionadas à validade de documentos digitalizados.
A implantação de tecnologias em níveis práticos sempre anda um passo atrás da realidade devido a morosidade natural da sociedade na assimilação dos novos costumes e na sua representação em leis que ofereçam o aparato jurídico necessário para essas coisas se estabeleçam na sociedade como um todo, governo, empresas, sociedade civíl.
A Tecnologia da Informação cada vez mais otimiza uma série de processos admistrativos e aumenta a produtividade das pessoas e das empresas, o que por sua vez leva a uma demanda crescente por inovações tecnológicas.
Observamos nos dois parágrafos acima o contraste entre a morosidade no estabelecimento de leis e as necessidades das pessoas e das empresas, que acaba gerando um cenário estagnado, onde muitas vezes, terceiras partes especialistas estabelecem o seu curral tecnológico, ou curral digital e monopolizam os rumos da indústira de TI, levando os profissionais que possuem cargos elevados na hierarquia das empresas, governos e escolas à servir ao papel de meros compradores de produtos.
O Brasil hoje possui níveis de excelência nos profissionais de TI, o que é importante para um país que deseja ser gerador de novas tecnologias e não somente consumidor de produtos prontos. De tal maneira que se faz necessária a constante adequação dos aparatos jurídicos, do ambiente de negócios e da implantação de processos estratégicos para que se resolva corretamente essa equação.

 http://www.leieordem.com.br/validade-juridica-de-documentos-eletronicos.html

quarta-feira, 4 de julho de 2012

QUEM TORNA AS EMPRESAS VULNERÁVEIS?

O acesso à informação tornou-se uma necessidade estratégica para as organizações neste início de terceiro milênio,por questões ligadas à lucratividade, competitividade, segurança ou, até mesmo, à sobrevivência. Estruturalmente, tornamo-nos produtores e consumidores vorazes de informações. Dessa maneira, é imprescindível proteger esse ativo, muitas vezes intangível, do alcance de pessoas ou entidades sem escrúpulos, que possam fazer mau uso dele, atingindo mortalmente a organização. Recentemente, ao fazer uma consultoria para uma grande empresa, cujo capital principal é seu banco de dados, encontramos um quadro grave e, preocupantemente, muito comum em empreendimentos nacionais: infelizmente, não temos cultura de sigilo e de preservação de assuntos críticos. 


 A empresa teve todos os seus arquivos de clientes roubados por "hackers" a serviço de um concorrente, que passou a usufruir o valor deles. Os danos e percas foram de monta para a vítima. A primeira medida adotada pela direção da empresa foi buscar proteção em aparatos tecnológicos, uma vez que não dispunha de quase nada nesse sentido, mediante consultores especializados em TI. Ação apropriada, porém insuficiente. A insipiência da decisão, uma vez que a empresa continuou sendo lesada, deveu-se à não implementação de um plano integrado de Segurança da Informação, que contemplasse todas as vertentes de acesso ao núcleo do capital informacional da entidade: Tecnologia da Informação (TI), verificação das instalações, documentos desprotegidos e sem classificação e pouco conhecimento sobre pessoal interno. Verificamos que a estrutura física não era adequadamente segura, que documentos e materiais permaneciam facilmente acessíveis e a política de pessoal era totalmente inadequada ao tipo, ao ambiente de negócios e à conjuntura deste terceiro milênio. A análise diagnóstica permitiu verificar que a extração das informações, embora tivesse acontecido por meio eletrônico, havia sido facultada por elemento humano, fonte primária de dados por excelência. Confirmando aquilo que Kevin Mitinick explora em seu livro "A Arte de Enganar", a empresa havia sido objeto de um ataque de "Engenharia Social" arquitetado por operadores habilidosos. Não são objetos de apreciação neste artigo os aspectos ético e criminal da ação (em si condenável). Normalmente, os engenheiros sociais exploram as motivações humanas, fazendo uso de métodos e técnicas especializadas de extração de  dados, quase sempre à revelia da fonte, ou mediante o aproveitamento de alguma fraqueza própria dos seres sociais. 


A maioria das evasões de informações acontece com o ataque ao elo mais fraco da cadeia organizacional. Cerca de 70% das ocorrências, para ser um pouco mais exato, ocorre com o concurso de funcionários, alvos de operações bem planejadas e como principal entrada para qualquer sistema tecnológico. O elevado turn over, a facilidade de obter no mercado pessoas com elevada capacitação (principalmente pela taxa de desocupação presente), os downsize e reengenharias mal estruturadas, as terceirizações e quarteirizações que carrearam as empresas para um sentimento de insegurança e de "necessidade de ganhos rápidos", terminaram por fazer com que funcionários não mais vestissem a camisa da organização. A conseqüência mais imediata foi a vulnerabilidade. Sofisticação tecnológica e seus custos elevados em casos como acima mencionados não podem ser vistas como medidas isoladas. 


A tecnologia deverá ser uma ferramenta nas mãos de pessoas treinadas e reeducadas para a cultura do sigilo empresarial. Muitas implementações de Segurança de TI são consideradas ineficientes - e isto é justificável - que adianta um avançado sistema de monitoramento eletrônico, se as pessoas envolvidas não participam do ciclo de segurança corporativo? Ou ainda, se os altos escalões mantém-se fora do monitoramento ou não seguem as políticas de segurança da informação? Sendo assim, a elaboração séria de estratégias de segurança compreendendo plano de negócio, orçamentos, análise de concorrentes, análise de pontos fortes e fracos, entre outros, torna-se fator crítico para sobrevivência das companhias. Mas, além disso, e prioritariamente, os dirigentes devem promover uma nova cultura: O mundo tornou-se perigoso demais para a ingenuidade empresarial. 


 Adriana Gobbo 14 de Maio de 2012 http://www.abraic.org.br/index.phpoption=com_content&view=section&layout

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Feliz Natal!!!!

Neste Natal que se anuncia,
Rogamos com fé a Deus,
Que encha o nosso coração de amor.

E que o nosso coração tenha o espírito de paz...
de bondade...
e de compreensão...
de irmandade...
de caridade...
e de multiplicação...

E que dele emane o mais puro sentimento...
revestido com um agradável aroma...
de sabedoria...
de vitória...
de alívio...
de esperança...
de crença...

Que o nosso coração seja potente...
De induzir o amor entre as pessoas...
De sermos de natureza tão forte...
Para vencermos as tribulações da vida...

Para vermos e compreendermos a luz divina...
Que faz a luz do dia...
Que dissipa as trevas...
Que cria a beleza...
Com toda a harmonia...
Com toda a alegria...
Que dá sentido à vida...
Que faz tudo isso com amor...

(Everaldo Cerqueira)

domingo, 11 de dezembro de 2011

Bibliotecas portuguesas ganham plataforma para emprestar ebooks

Há cerca de 42 bibliotecas públicas portuguesas em testes finais para implementação de uma plataforma que irá permitir aos leitores acederem aos acervos de ebooks em qualquer dispositivo com ligação à Internet. Deste grupo, "10 ou 11 bibliotecas académicas" deverão passar a contar com a possibilidade até ao final do ano.

Atualmente, a plataforma já está a ser usada pela Faculdade de Economia do Porto e pelos Institutos Politécnico de Leiria e de Bragança e, ainda antes do Natal, poderá ganhar espaço no site da Biblioteca Nacional, que também já assinou o protocolo para utilização do sistema, avançou o CEO da empresa que assina o projeto.

A solução foi desenvolvida pela Marka, uma empresa portuguesa que se dedica à distribuição de produtos informativos, incluindo ebooks (de livros técnicos). A nova plataforma resulta de um trabalho de 4 anos, no qual participaram cerca de 14 engenheiros (em Portugal e nos EUA), num investimento que ronda os 900 mil euros.

O sistema assenta no recurso a mecanismos de proteção à cópia (DRM) aplicados aos ebooks (numa parceria com a Universidade de Aveiro), para assegurar que o acesso a estes apenas é feito na medida em que seja permitido pela instituição (ou editor) que detém os direitos sobre os livros, e numa plataforma tecnológica que "guarda" estes ebooks online e permite o acesso aos mesmos pelos utilizadores (autenticados) das bibliotecas, explicou Manuel Gonçalves Neves, em entrevista ao TeK.

Segundo o responsável, aquilo que pode parecer simples, como a ideia de colocar os ebooks de uma biblioteca pública (académica, municipal, etc) ao alcance dos seus leitores através da Internet, sem necessidade de se deslocarem ao edifício para lê-los, era até à data muito difícil, devido a fatores como a resistência dos editores, que receavam ver as obras distribuídas sem autorização.

Até agora, "para acederem a um livro em formato digital, as pessoas faziam fila para usar o computador da biblioteca" onde este se encontrasse disponível, ilustra o fundador e diretor executivo da Marka, que também fornece a plataforma, mediante pagamento, a instituições e empresas fora do país.

São os contratos com empresas e bibliotecas privadas que permitem rentabilizar a solução. Em território nacional, será oferecida a bibliotecas públicas, como as presentes em universidades e municípios.

A outra parte do negócio é sustentada pela venda de ebooks através do site MyEbooks, onde é possível adquirir os livros digitais (técnicos e científicos) em formatos ePub e ePDF e, portanto, compatíveis com todos os leitores que suportem os formatos. Utilizadores de Windows e PC podem recorrer, por exemplo, ao software Adobe Digital Editions ou Bluefire Reader, disponíveis para download gratuito.

Embora os livros de editores portugueses sejam distribuídos pela empresa e colocados na sua loja online de forma gratuita, esta recebe ainda uma comissão sobre os títulos vendidos, o que constitui outra fonte de rendimento.

Note-te que a loja da empresa é independente do "armazém" de ebooks destinado aos livros que pertencem às bibliotecas - e aos quais os leitores inscritos nas mesmas terão acesso. De acordo com os dados fornecidos por Manuel Gonçalves Neves, nesta fase há na base de dados destinada às bibliotecas 9 mil ebooks, sendo que a cada dia são carregados mais 22.

Joana M. Fernandes

Fonte:
http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/bibliotecas_portuguesas_ganham_plataforma_par_1206040.html

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Teste: que livro você é?



Se você fosse um livro nacional, qual você seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra. Muito legal!!

Eu sou "O Alquimista" de Paulo Coelho...rssss






Aproveite!!!

Fato...



Ferramenta para montagem de Referências

Para quem não tem paciência e nem acesso a norma da ABNT para elaboração de referências, existe uma ferramenta online para montar as referências.
Estou falando do MORE ( Mecanismo On Line para Referências) que foi desenvolvido por uma bibliotecária e um analista de sistemas.


Além da ajuda na montagem das bibliografias dos trabalhos acadêmicos, o sistema indica outros sites que possuem ferramentas semelhantes.


Vale a pena Conferir!


Site: http://www.rexlab.ufsc.br:8080/more/

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Dilma sanciona Lei de Acesso à Informação




Diante de uma grande plateia, Dilma afirmou estar emocionada ao sancionar a Lei que regulamenta o acesso a informação pública e a lei que cria a Comissão da Verdade
POR MARIANA HAUBERT

Ao sancionar a Lei de Acesso à Informação e a lei que cria a Comissão da Verdade, Dilma disse ser hoje (18) um dia "histórico" para o Brasil - Wilson Dias/ABr

A presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (18) a lei que regulamenta o direito de todo cidadão ter acesso a informações públicas, expresso na Constituição de 1988. Após mais de 23 anos de espera, o Brasil passa a ser o 89º país a ter uma lei desse tipo, e o 19º na América Latina. O texto acaba com o sigilo eterno de documentos ultrassecretos e estipula mecanismos para a divulgação e para pedidos de informação.

Diante de uma plateia numerosa na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, com a presença de ministros, parlamentares e os quatro comandantes das Forças Armadas, a presidenta também sancionou a lei que cria a Comissão Nacional da Verdade, que vai investigar e consolidar informações sobre as violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar, composta por sete membros nomeados pela Presidência da República.

Em discurso após a sanção das duas leis, a presidenta disse estar muito orgulhosa por sancioná-las. “ É o dia em que comemoramos – e a partir de agora iremos comemorar – a transparência, e celebrar a verdade”, disse ela, ao reafirmar o compromisso do governo com o tema. “[A lei] garante o acesso à história do país e reforça o exercício cotidiano da fiscalização do Estado”. Ainda segundo Dilma, as duas leis consolidam a democracia no país e o colocam em um patamar superior, em que o Estado passa a ser subordinado aos direitos humanos. Ela também destacou a proatividade que os cidadãos adquirem ao ter mais poder de controle e fiscalização perante o Estado, o que reverterá em benefício para toda a sociedade e no fortalecimento da cidadania.

O texto definitivo, aprovado pelo Senado em outubro, da Lei de Acesso à Informação foi sancionado com dois vetos. Foram suprimidos o parágrafo 1º do artigo 19 e o artigo 35. O primeiro, estabelecia que negativas de acesso a informações relacionadas a questões de direitos humanos deveriam ser encaminhadas ao Ministério Público, e o segundo, estabelecia a criação da Comissão Mista de Reavaliação de Informações. No entanto, os vetos aplicados pouco alteraram a lei.

Presente na cerimônia, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo afirmou que no prazo de seis meses, cada órgão público, tanto do Legislativo quanto do Executivo e do Judiciário, deverão publicar, em páginas próprias na internet, informações completas sobre sua atuação, contratos, licitações, gastos com obras, repasses ou transferências de recursos.

Para a presidenta, as duas leis tratam de assuntos distintos, mas estão diretamente ligadas uma à outra. “São leis que representam um grande avanço institucional e um passo decisivo na consolidação da democracia brasileira. Leis que tornam o Estado brasileiro mais transparente e garantem o acesso à informação e, ao mesmo tempo, o direito à memória e à verdade e, portanto, ao pleno exercício da cidadania”, afirmou no discurso.

Dilma estabeleceu a conexão entre as duas leis ao esclarecer que nenhum documento que atente contra os direitos humanos pode ser enquadrado em qualquer tipo de sigilo. “Uma [lei] não existe sem a outra, uma é pré-requisito para a outra, e isso lançará luzes sobre períodos da nossa história que a sociedade precisa e deve conhecer. São momentos difíceis que foram contados até hoje, ou, melhor dizendo, foram contados durante os acontecimentos sob um regime de censura, arbítrio e repressão, quando a própria liberdade de pensamento era proibida”, disse.

Acesso a informação pública

O principal ponto da lei sancionada hoje (18) versa sobre o chamado fim do sigilo eterno. O texto estabelece que nenhum documento poderá ficar por mais de 50 anos sem acesso público. A lei classifica as informações em três categorias: reservadas (5 anos de sigilo), secretas (15 anos) e ultrassecretas (25 anos), não podendo ter o prazo de sigilo renovado por mais de uma vez. A contagem do prazo começa a partir da produção do documento. Hoje, um documento pode ser classificado por 30 anos, mas este prazo pode ser prorrogado indefinidamente.

Todos os órgãos públicos dos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – e dos três níveis de governo – federal, estadual, distrital e municipal – estão subordinados à lei, incluindo os Tribunais de Contas e os Ministérios Públicos. A lei também estabelece que autarquias, fundações públicas, empresas públicas, sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e municípios deverão cumprir a lei.

De acordo com a lei, todas as informações de interesse público deverão ser divulgadas proativamente, ou seja, independentemente de solicitações. Tais informações deverão ser prestadas, prioritariamente, pela internet, de modo fácil e claro, com sistemas de busca e indicação de meios de contato por via eletrônica ou telefônica com o órgão que mantém o site. Ficam de fora desta regra os municípios com menos de 10 mil habitantes.

Todos os documentos deverão estar em formato eletrônico (planilhas e texto) e seu download deve ser permitido. O site também deverá ser aberto à ação de mecanismos automáticos de recolhimento de informações, ou seja, deve permitir que robôs de busca façam a busca e a organização da informação. A autenticidade e a integridade das informações do site devem ser garantidas pelo órgão.

Qualquer cidadão poderá solicitar informações.

Acesse aqui a página especial do Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas com o resumo e o texto integral da Lei (texto aprovado pelo Senado).

Comissão da Verdade

Diante de familiares de presos políticos da ditadura, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que a Comissão da Verdade é uma homenagem aos que lutaram pela democracia nos chamados “anos de chumbo”.

Ao longo dos próximos dois anos, a comissão vai investigar violações de direitos humanos no período entre 1946 e 1988 e será composta por sete pessoas indicadas pela Presidência. Até o momento, não há informações sobre possíveis indicados e nem data para isso. Durante as investigações, o grupo poderá requisitar informações a órgãos públicos, inclusive sigilosas, convocar testemunhas, realizar audiências públicas e solicitar perícias.

A comissão terá 14 funcionários, além do suporte técnico, administrativo e financeiro da Casa Civil. A comissão terá ainda de enviar aos órgãos públicos competentes informações que ajudem na localização e identificação de restos mortais de pessoas desaparecidas por perseguição política.

De acordo com a presidenta, o objetivo do grupo que formará a Comissão será “resgatar a verdade para que as gerações futuras conheçam o passado do Brasil e para que os fatos que mancharam a nossa história, nunca mais voltem a acontecer”.

A proposta, inicialmente enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional em maio de 2010, foi feita com base na experiência de outros países, como Argentina, Chile e Peru que também viveram ditaduras recentes. Na avaliação de Dilma, este é um momento histórico do Brasil, mas sem o caráter de revanchismo.

O trabalho da Comissão da Verdade irá complementar a atuação de duas comissões criadas anteriormente, a Comissão de Anistia e a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos. A primeira, julga pedidos formais de desculpas do Estado aos cidadãos brasileiros que participaram da luta a favor da democracia. A segunda, é responsável pelo reconhecimento de pessoas desaparecidas por participação em atividades políticas, entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, e que tenham sido mortas em dependências policiais.

A criação da comissão foi proposta no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, em dezembro de 2009.

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/dilma-sanciona-lei-de-acesso-a-informacoes/

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Pós Graduação em Gestão do Conhecimento, da Informação e da Inovação Tecnológica



Objetivo Geral - Propiciar aos participantes competências e habilidades de reflexão e atuação em Gestão do Conhecimento, da Informação e da Inovação Tecnológica, assim como prepará-los para lidarem com desafios impostos pela sociedade do conhecimento.


Público Alvo - Empresários e executivos de empresas de serviços de gestão do conhecimento, como também, profissionais e gestores organizações públicas e privadas, prestadoras do referido serviço, graduados nas diversas áreas do conhecimento.

Coordenador do Curso - Prof. Saulo Ribeiro dos Santos

Corpo Docente - Composto de Mestres e Doutores advindos da FAMA e de renomadas Universidades Nacionais.

Disciplina e Carga Horária - O Curso possui carga horária total de 435 horas, a ser realizado em 11 meses, com aulas as sextas-feiras (das 19 às 22 horas) e aos sábados (das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas); Quando a disciplina for ministrada por professores oriundos de outros Estados, as mesmas serão realizadas durante toda a semana; além do período determinado para a conclusão do TCC. Haverá, durante o Curso, seminários com especialistas para enriquecer o conteúdo apresentado.

Estrutura Curricular - Módulos

1 Módulo Institucional – 145h


• Ética – 20h
• Epistemologia – 30h
• Metodologia da Pesquisa Científica – 20h
• Seminário de Pesquisa – 15h
• Didática do Ensino Superior – 60h (opcional)

2 Módulo Gestão do Conhecimento – 190h

• Estratégia Empresarial – 20h
• Gestão do Conhecimento – 50h
• Aprendizagem Organizacional – 20h
• Gestão do Capital Intelectual – 20h
• Educação Corporativa – 20h
• Gestão de Competências – 20h
• Sociedade do Conhecimento – 20h
• Marketing do Conhecimento – 20h

3 Módulo Tecnologia da Informação – 50

• Tecnologias da Informação e Comunicação – 20h
• Sistema de Informação Empresarial – 30h

4 Módulo Gestão das Operações da Tecnologia – 110h

• Gestão da Tecnologia e da Informação Tecnológica – 30h
• Gestão Estratégica de Operações – 20h
• Análise de Problemas e Tomada de Decisão – 20h
• Gerência de Projetos – 20h
• Engenharia de Organizações – 20h


Certificação - Faculdade Atenas Maranhense - FAMA

Matrícula - Documentação Exigida: cópias em xérox do RG; CPF; Curriculum Vitae simples; comprovante de residência; duas fotos 3x4; Diploma (ou Declaração) Original de conclusão da Graduação e Histórico da Graduação.
Local da Matrícula: Central de Atendimento da FAMA (térreo)
Previsão do início das aulas - Imediata, mediante formação de turma.

Informações - NegritoCoordenação de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão
Tel: (98) 2108.6010

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Afinal, o que é Inteligência Competitiva?


A Inteligência Competitiva (IC) busca identificar tendências do mercado, desenvolver análises estratégicas, descobrir oportunidades e mapear riscos através de metodologias científicas.
A Inteligência Competitiva é o processo contínuo de monitoramento e análise estratégica dos cenários e conjunturas mercadológicas em que determinada empresa está inserida.

Conceito

Inteligência Competitiva é a atividade de coletar, analisar e aplicar, legal e eticamente, informações relativas às capacidades, vulnerabilidades e intenções dos concorrentes, ao mesmo tempo monitorando o ambiente competitivo em geral.

A Inteligência Competitiva trata de " ler as entrelinhas do site do concorrente ou mesmo das informações tornadas públicas. Envolve também as conversas com os colegas em eventos, e, sobretudo, saber para onde olhar, o que perguntar e o que fazer com os dados que se descobrem" (STAUFFER, 2004, p. 5).

A maioria dos tomadores de decisão nas organizações trabalha com muitos dados em estado bruto, poucas informações baseadas em análises e quase nenhuma inteligência.
Um Sistema de Inteligência Competitiva busca transformar dados em informação e estes em inteligência.
Os dados são a base desta estrutura, por natureza são quantitativos, públicos e publicados. Segundo Garber (2001, p. 32) dados são "o elemento básico a partir do qual percebemos e registramos uma realidade".

A informação é o conjunto de dados analisados e organizados, sendo útil à tomada de decisão.
Já a inteligência fornece um grau de previsão das coisas que possam causar um impacto na organização. Ela é ativa, pois obriga algum tipo de atitude em resposta ao que foi recebido.

Leonard Fuld (1994, p. 23) diz que, em sua descrição mais básica, inteligência é a "informação analisada". Ainda segundo o mesmo autor, "a inteligência - não a informação – ajuda um gerente a responder com táticas de mercado corretas ou decisões de longo prazo".

"Inteligência Competitiva é o processo sistemático que transforma pedaços e partes aleatórias de dados em conhecimento estratégico" (TYSON, 2002, p. 1-3)..

terça-feira, 31 de agosto de 2010

CURSO INTELIGÊNCIA COMPETITIVA PARA BIBLIOTECÁRIOS

Objetivos: Preparar profissionais com formação em biblioteconomia para lidar com informações de negócios; compreender as bases teóricas da inteligência competitiva e da estratégia empresarial; compreender o processo de geração de informações e inteligência para tomada de decisão; dominar os fundamentos para construção de uma árvore de inteligência; dominar os fundamentos da busca, coleta e organização de informações de negócios; dominar os fundamentos da análise de informações para geração de inteligência; conhecer os sistemas computacionais básicos usados em processos de inteligência competitiva.

Ministrante: Giancarlo Proença
Minicurrículo : Giancarlo Proença é analista de inteligência desde 2003 e atua como consultor na área de planejamento, estratégia e inteligência competitiva. É ex-diretor da empresa Knowtec – Inteligência Competitiva e atuou como assessor em diversas empresas catarinenses. Tem MBA em Gestão pela Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, e pós graduação em estudos de Jornalismo pela UFSC. É graduado em Jornalismo, também pela UFSC.

PROGRAMA:


Introdução à Inteligência Competitiva: Conceitos basilares: estratégia, vantagem competitiva, competição, Tomadores de decisão: os clientes consumidores de IC, Demanda por informação relevante e aumento de oferta de informação bruta.
Necessidades de informação: KITs e KIQs – abrindo galhos na árvore de inteligência, O que o tomador de decisão QUER saber e o que ele PRECISA saber, As folhas da árvore: busca de fontes para coleta e monitoramento.
Coleta, monitoramento e organização da informação: Classificação e categorização de fontes, Coleta em fontes secundárias – buscadores, bases de dados, CAR (computer assisted reporting), Coleta em fontes primárias – entrevistas, elicitações, Ética e uso de informações de fontes primárias, Monitoramento – sistemas de notificação (RSS, Alerts) e serviços de informação, Organização e recuperação da informação – noções de sistemas de informação e sopa de letrinhas: BI, SIG/SAD, EIS, ERP, CRM, OLAP, DW, Text Mining, Data Mining.
Análise de informação e geração de inteligência para decisão: O que é análise. O foco na decisão, Técnicas de análise – SWOT, Porter, BCG, Benchmark, sinais fracos, alertas antecipados, cenários e tendências.
Disseminação e produtos de inteligência: Alertas, Produtos básicos – sumários executivos, planos de ação, análises de situação, Produtos complexos – tendências, cenários, projeções estratégicas, Relatórios ad-hoc, a cereja do bolo da IC, Formas de disseminação de produtos de IC – a linguagem e apresentação certa para cada decisor.

INVESTIMENTO:


Pagamentos a vista (depósito / cheque / dinheiro)
Até 15/08/10 - sócios ACB - R$ 140,00 - não sócios R$ 240,00
Até 05/09/10 - sócios ACB - R$ 150,00 - não sócios R$ 250,00

Pagamento a prazo (cheque / depósito / dinheiro)
Sócios ACB 1 + 1 de R$80,00
Não sócios ACB 1 + 1 de R$ 130,00

Para as pessoas que pagarem e vierem a desistir do curso:
15 dias antes do curso - 20% fica retido na ACB.
1 semana antes - 25% fica retido na ACB.

OBS: Enviar cópia do comprovante de depósito por fax (48 3035-4871), e-mail (
secretaria@acbsc.org.br) ou na sede da ACB (Av. Josue Di Bernardi, n. 239, Ed. Jowi, sala 302, Campinas - São José. CEP 88101200).

Conta Corrente ACB:
Banco do Brasil.
Agência: 5251-5
Conta Corrente: 5451-8

DATA:
10 e 11 de setembro de 2010 (6ª e sábado) – 8h as 17h

VAGAS: Mínimo 10 inscritos / Máximo 20 inscritos.


OBS: Caso não haja a quantidade mínima de inscritos, o curso será cancelado (e o dinheiro devolvido aos pagantes mediante comprovação) ou adiado.

Atenciosamente,Lucas Henrique GonçalvesSecretário Geral da ACBAssociação Catarinense de Bibliotecários (ACB)Av. Josue Di Bernardi, n. 239, Ed. Jowi, sala 302Campinas - São José.
CEP 88101200telefone/fax: (48) 3035-4871MSN/e-mail: secretaria@acbsc.org.br
Twitter: http://twitter.com/acbsc
Orkut: em implementaçãoFacebook: em implementaçãoWebsite: http://www.acbsc.org.br

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Mais leitores de livros eletrônicos... e as bibliotecas?

O título de uma matéria recente do The New York Times: Turning Page, E-Books Start to Take Hold (traduzido no Midia Global como: Mais Leitores estão optando por livros eletrônicos). Sobre o aumento da procura pelas novas tecnologias de suporte a leitura de livros (um livro é uma publicação impressa que constituí no mínimo 50 páginas).

É fato que diversos jornais impressos já estão deixando de existir lá fora, e o seu conteúdo está sendo produzido exclusivamente em formato digital.

Pensem nos dez anos que se passaram para a consolidação dos telefones celulares como tecnologia acessível para as diversas esferas de renda. Agora imaginem um cenário para as bibliotecas nos próximos dez anos.

A questão é, se uma nova tecnologia para leitura e troca de livros consilidar-se, teremos então a oportunidade para a consolidação dos investimentos em novos modelos de bibliotecas.
Valendo apostar nos ambientes como prestadores de serviços para a formação de comunidades locais e redes sociais temáticas.

Planejamento é adivinhação



por Fabiano Caruso
A menos que você seja uma cartomante, fazer um plano de negócios de longa duração é uma fantasia. Existem muitos fatores que estão fora de suas mãos: as condições de mercado, concorrentes, clientes, economia, etc. Escrever um plano faz você se sentir no controle de coisas que você não pode controlar, na verdade.

Por que nós não apenas chamamos os planos de que eles realmente são: palpites. Iniciar referindo-se a seus planos de negócio como as suposições de negócio, seus planos financeiros, adivinhações financeiras, e os seus planos estratégicos, como suposições estratégicas. Agora você pode parar de se preocupar tanto com eles. Eles apenas não valem o esforço.

Quando você transforma palpites em planos, você entra em uma zona de perigo. Planos deixam o passado direcionar o futuro. Eles colocam antolhos em você. “É para onde estamos indo, porque, bem, é para onde nos disseram que estamos indo.” E esse é o problema: os planos são incompatíveis com a improvisação.

E você tem que ser capaz de improvisar. Você tem que ser capaz de pegar as oportunidades que aparecem. Às vezes você precisa dizer: “Estamos indo em uma direção nova, porque é isso que faz sentido hoje”.

O cronograma dos planos de longo prazo é uma asneira também. Você tem mais informações quando você está fazendo algo, não antes de você começar a fazer. No entanto, quando você escreve um plano? Normalmente, antes de você começar. E esse é o pior momento para tomar uma grande decisão.

Agora, isso não quer dizer que você não deva pensar no futuro ou contemplar como atacar os obstáculos futuros. Isso é um exercício interessante. Só não sinta a necessidade de escrevê-los ou fique obcecado com isso. Se você escreve um grande plano, nunca provavelmente irá olhar para ele de qualquer maneira. Planos são apenas mais algumas páginas que ficarão por muito tempo como fósseis em seu arquivo.

Desista da adivinhação. Decida o que você vai fazer esta semana, não este ano. Descobra a próxima coisa mais importante e fazer e faça. Tome as decisões corretas imediatamente antes de fazer alguma coisa, não muito distanciadas das ações.

Isso é um OK para improvisar. Basta entrar no avião e ir embora. Você pode pegar uma camisa mais bonita, creme de barbear, escova de dentes assim que você chegar lá.
Trabalhar sem um plano pode parecer assustador. Mas seguir cegamente um plano que não tem nenhuma relação com a realidade é ainda mais assustador.

Trecho de Rework, novo livro da 37 Signals.

Um futuro para o bibliotecário sem os livros impressos



por: Fabiano Caruso

Durante a minha formação dediquei minhas pesquisas e exercicio profissional a compreender qual seria o papel da Biblioteconomia na sociedade em um mundo sem Bibliotecas. Durante esta busca, acabei desencantando-me da academia, saí da Biblioteca Especializada em que trabalhei de 2004 a 2007 e comecei a trabalhar com o que acredito ser uma espécie de profissional pós-biblioteconomia.

O que seria este pós-bibliotecário? É um profissional que percebeu que as Bibliotecas são apenas um meio, uma instituição importante que tem por objetivo garantir e preservar a autonomia e intelectual e estimular a colaboração e a formação de comunidades entre os cidadãos. Independente da existência ou não das Bibliotecas, enquanto este ethos for preservado, o importante não será perdido e a profissão continuará encontrando novos caminhos para justificar a sua existência na sociedade. Esta é a minha interpretação sobre o “preservar o cunho liberal e humanista da profissão, fundamentado na liberdade de investigação científica e na dignidade da pessoa humana” no código de ética profissional do Bibliotecário.

De certa forma a Biblioteconomia no Brasil perdeu-se. Na década de 90 ela teve a chance de reinventar-se, mas seguiu um caminho triste. Um dos elementos representativos é a introdução do conceito de Unidades de Informação, como forma de ampliar o escopo de atuação dos Bibibliotecários e Documentalistas – mas que representa técnica sem ethos. Muitos perderam-se (ou encontraram-se) em temas e tendências como Gestão da Informação, Gestão do Conhecimento e Arquitetura da Informação. Alguns mais interessados começaram a buscar a Biblioteca 2.0 – até eu durante a graduação – mas restringiram o buzz 2.0 a ferramentas.

Qual seria o futuro para o Bibliotecário sem os livros impressos? Eu realmente não posso prever em definitivo, mas irei propor algumas alternativas, e apresentar um pouco do caminho profissional.....

Como poderiamos pensar uma nova formação para os Bacharéis em Biblioteconomia?
Minha proposta – escrita de forma bem simples – é de concentrarmos esforços em quatro competências:

- Biblioteconomista: orientar a bibioteca para a qualidade e eficiência nos serviços prestados, orquestrando a atuação de diferentes especialistas (notem, outros profissionais) para desenvolver serviços que melhor atendam aos usuários.

- Projetista de Serviços de Informação: um profissional capaz de indentificar problemas relacionados a informação e documentação, e planejar serviços específicos para resolver estes problemas, sejam em bibliotecas e centros de documentação, ou serviços de informação digitais.

- Assessor Informacional: hibrido entre o biblioteconomista e o projetista de serviços de informação. O biblioteconomista trabalha no ambiente da biblioteca, o projetista não precisa trabalhar necessáriamente em nenhuma ambiente, mas planejando serviços de informação para implementação nestes. Mas o assessor é um profissional solo, que está comprometido em oferecer apoio a algum processo organizacional, ou a uma pessoa ou comunidade específicos, independente da existência de bibliotecas ou centros de documentação.

- Pesquisador Tecnológico: é gritante a necessidade de realização de pesquisas tecnológicas – criando uma relação efetiva entre teoria e práticas profissionais – para que se busquem novas soluções para os problemas relacionados aos serviços de informação e a experiência dos usuários nas bibliotecas e em processos documentais.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Informativo


Informamos que o Sindicato dos Bibliotecários do Estado do Maranhão aprovou em Assembléia Geral, realizada no dia 23 (vinte três) de junho de 2008, os valores referentes ao piso salarial desta categoria.
SALÁRIOS PARA BIBLIOTECÁRIOS RECÉM - FORMADOS COM ATÉ DOIS ANOS DE EXPERIÊNCIA:

40 horas semanais (8h) – R$ 1.800,00 a R$ 5.000,00
30 horas semanais (6h)– R$ 1.500,00 a 4.000,00
20 horas semanais (4h) – R$ 900,00 a 2.500,00

SALÁRIOS PARA BIBLIOTECÁRIOS COM EXPERIÊNCIA COMPROVADA, CONHECIMENTOS DE INFORMÁTICA QUE DIRETA OU INDIRETAMENTE EXERCEM CARGO DE CHEFIA OU COORDENAÇÃO:

40 horas semanais (8h) – R$ 2.850,00 a 10.000,00
30horas semanais (6h)– R$ 2.550,00 a 9.000.00
20 horas semanais (4h) – R$ 1.425,00 a 5.000,00

Obs.: Os profissionais que já recebem salários superiores aos expostos acima, têm garantia constitucional de irredutibilidade salarial.

No caso de auxiliar de biblioteca, embora o SINDBIB/MA seja restrito a Bibliotecários formados, mas por força da existência imprescindível da função, temos constatado que a faixa salarial varia de R$ 700,00 (setecentos reais) a R$ 1.000,00 (mil reais) mensal.

sábado, 19 de junho de 2010

Reescrevendo as Leis de Ranganathan


Ranganathan escreveu cinco leis fundamentais para Bibliotecas, mas estas leis não deveriam vigorar nos dias atuais. Foram escritas em uma economia industrial de escassez, em que as Bibliotecas eram o principal ambiente de conexão das pessoas com os livros.
Os livros são importantes, mas o problema da escassez foi solucionado. O desafio atual não está na melhoria da qualidade da conexão das pessoas com os livros. Mas na melhoria da qualidade da conexão entre as pessoas.


O problema deixou de ser como encontrar o livro certo, mas como encontrar a inteligência certa. As redes sociais sempre foram a principal conexão das pessoas com os livros (dos clubes de leitura até os clãs de leitores de Harry Potter). As pessoas na grande maioria do tempo não buscam livros digitando assuntos aleatóriamente em catálogos, mas porque outras pessoas as indicaram. Seja durante o seu período de formação acadêmica, seja no relacionamento com os familiares, ou porque inspiraram-se pela leitura de outra pessoa.

A Biblioteca 2.0 não é simplesmente sobre o uso de Tecnologias Sociais para promover a disseminação da informação. A Biblioteca 2.0 na verdade é sobre o desafio de conectar inteligências.
Poderiamos comerçar a reescrever as Leis de Ranganathan desta forma:

A inteligência é para ser usada – uma pessoa é o que impulsiona o conhecimento. E podemos observar a importância das pessoas e de uma Biblioteca 2.o na seguinte frase: “quem sabe usar bem a informação, tem poder”. A informação, livros e documentos são apenas um meio. O conhecimento reside apenas nas pessoas.

Toda pessoa tem algo para ensinar - refere-se a identificação de inteligencias. O bibliotecário deve identificar quem são as pessoas certas, que dominam as áreas de conhecimento de interesse, e que podem contribuir com outras inteligencias.

Todo pessoa tem algo a aprender – refere-se a identificação de problemas. O que as pessoas desejam aprender, quais são os problemas que existem para ser resolvidos. O Bibliotecário tem a missão de conectar as pessoas que realizam perguntas, com aquelas que tem as respostas.

Poupe o tempo do leitor – a criação de serviços de informação que permitam que pessoas conectem-se para ensinar e aprender, seja através da colaboração intelectual, e/ou o compartilhamento da informação, documentação e livros ente as pessoas é o desafio do Bibliotecário 2.0. As pessoas não procuram conhecimento em catálogos, mecanismos de busca e etc. As pessoas buscam e encontram conhecimento no relacionamento com outras pessoas. São outras pessoas que indicam bons livros, documentos e informações. O desafio está na construção de sistemas que evidenciem isso.

Uma biblioteca 2.0 é um organismo em crescimento – o bibliotecário deve promover e estimular a formação de comunidades e redes sociais especializadas, que permitam que pessoas interessadas em um mesmo tema possam encontrar-se para trocar referências, documentos, e atuar em conjunto para a resolução de um problema em comum. Os sistemas colaborativos na internet possibilitaram a formação dos mais variados tipos de comunidades sem a necessidade de um profissional como intermediário. No entanto, o desafio do Bibliotecário está em promover a formação de comunidades mais inteligentes.

Ao invés de utilizarmos a web e a tecnologia da informação replicando a mentalidade industrial e o seu modelo “top down” de disseminação da informação, precisamos repensar e avaliar bem o impacto destas iniciativas. É preciso investir tempo na criação de serviços de informação inteligentes. Permitindo uma melhor conexão entre as pessoas e a sua produção intelectual (livros, documentos, apresentações).

Imaginem, por exemplo, que cada especialista ao invés de ter que publicar seus trabalhos compulsoriamente em Repositórios e Bibliotecas Digitais ineficientes, possam ter páginas pessoais na web em que suas competências sejam evidenciadas, em conjunto com a sua produção intelectual.
Desta forma, o papel do profissional deixaria de investir tempo na promoção de leis e medidas coercivas para a manutenção do que foram preparados para fazer, para atuarem de forma mais próxima as pessoas nas comunidades que fazem parte e ajudá-las a disseminar melhor a sua informação e a conectarem-se de forma mais inteligente com os seus pares e aprendizes.
É preciso transcender as nossas tradições e deixar de lado um pouco as instituições clássicas que sustentam a Biblioteconomia hoje. Para que talvez, possamos nos reconectar profissionalmente para sermos capazes de criar novos serviços de informação que resolvam problemas mais atuais.
As tecnologias que permitem que isso aconteça estão disponíveis. E são mais simples, baratas, efetivas e fáceis de utilizar do que muitas das que nos foram ensinadas nas universidades.
Como podemos reescrever estas leis e reinventar a Biblioteconomia para que ela continue cumprindo o seu papel e nos reconectar-mos profissionalmente para reinventar a Biblioteconomia?