INFORMAÇÃO DE BIBLIOTECÁRIA - MA

Ideias, reflexões, curiosidades e questionamentos sobre a área de Biblioteconomia, Arquivologia, Consultoria informacional, Gestão do Conhecimento, Inteligência Competitiva, Gestão da Informação, Empreendedorismo e Digitalização de Documentos.













sexta-feira, 7 de maio de 2010

21 dicas para conservar seus livros e sua biblioteca


1. Grandes quantidades de livros são pesadas. Dê atenção a espessura das prateleiras.
2. O livro deve ser constantemente manuseado. O virar das páginas oxigena o material, impede a acumulação de microrganismos que atacam o papel e colabora para que as folhas não fiquem ressecadas e quebradiças.
3. Folheie rapidamente, mas cuidadosamente, o livro sempre que for colocá-lo de volta na prateleira. Isso vai arejá-lo.
4. Não guarde os livros acondicionados em sacos plásticos, pois isto impede a respiração adequada do papel.
5. Evite encapar os livros com papel pardo ou similar. Essa aparente proteção contra a poeira causa, na realidade, mais dano do que benefício ao volume em médio e curto prazo. O papel tipo pardo, de natureza ácida, transmite seu teor ácido para os materiais que estiver envolvendo (migração ácida).
6. Faça uma vistoria anual. Retire todos os livros, limpe-os com um pano seco. Limpe a estante com um pano úmido. Evite passar produtos fortes do tipo lustra-móveis, já que seus resíduos podem infiltrar no papel.
7. Deixe sempre um espaço entre estantes e parede. A parede pode transmitir umidade aos livros. E, com a umidade, surgem os fungos.
8. Armários e estantes devem ser arejados. Estantes fechadas devem ser periodicamente abertas.
9. Estantes de metal são preferíveis do ponto de vista da conservação dos livros.
10. Não use clipes como marcadores de páginas. O processo de oxidação do metal mancha e estraga o papel.
11. Em estantes de madeira, pense em revestir as prateleiras com vidro. Não use tintas a base de óleo.
12. Bibliotecas devem ser frequentadas. Nem pense em porões. Baixa frequência de pessoas aumenta a insidência de insetos. Considere um tratamento anual contra traças.
13. Não guarde livros inclinados. Aparadores podem mantê-los retos.
14. Encadernações de papel e tecido não devem ser guardadas em contato direto com as de couro.
15. Na prateleira, os livros devem ficar folgados. Sendo fáceis de serem retirados, duram mais. Comprimidos nas prateleiras, induzem a sua retirada de maneira incorreta, o que danifica as lombadas e fatalmente leva ao dano da encadernação. Livros apertados também favorecem o aparecimento de cupins.
16. Quando tirar um livro da prateleira, não o puxe pela parte superior da lombada, pois isso danifica a encadernação. O certo é empurrar os volumes dos dois lados e puxar o volume desejado pelo meio da lombada.
17. A melhor posição para um livro é vertical. Livros maiores devem ter prateleiras que permitam isso. Em último caso deixe-os horizontalmente, tomando-se o cuidado de não sobrepor mais de 3 volumes.
18. Luz do sol direta nem pensar. O sol desbota e entorta as capas.
19. Se for um livro antigo ou de algum outro valor ou de maior sensibilidade, lave as mãos antes de folheá-lo, já que mãos engorduradas contribuem para a aceleração da decomposição do papel. Evite umedecer as pontas dos dedos com saliva para virar as páginas do livro.
20. Ao ler um livro, evite abri-lo totalmente, como por exemplo, em cima de uma mesa. Isto pode comprometer a estrutura de sua encadernação.
21. Não utilizar fitas adesivas tipo durex e fitas crepes, cola branca (PVA) para evitar a perda de um fragmento de um volume em degradação. Esses materiais possuem alta acidez, provocam manchas irreversíveis onde aplicado
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Livro Digital sobre Indexação(free)

A editora da Unesp lançou o livro digital sobre indexação (com download gratuito), organizado pela profª Mariangela Fugita, intitulado "A indexação de livros: a percepção de catalogadores e usuário de bibliotecas universitárias". O link para acesso é:

http://www.culturaacademica.com.br/titulo_view.asp?ID=56 .

Bibliotecas escolares passarão a ser obrigatórias

Dentro de no máximo 10 anos, deverá haver uma biblioteca escolar em cada instituição de ensino do país, pública ou privada.
A obrigatoriedade está prevista no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 324/09, cujo relator foi o senador Cristovam Buarque (PDTDF), que foi aprovado em decisão terminativa, pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).
Segundo o projeto, considera-se biblioteca escolar a coleção de livros, materiais videográficos e
documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura. No que diz respeito ao acervo de livros, deverá haver pelo menos um título para cada aluno matriculado. E os sistemas de ensino, ainda de acordo com a proposta, promoverão "esforços progressivos" para alcançar a universalização das bibliotecas escolares.

Biblioteconomia no Programa Globo Universidade

O Programa exibido no dia 01/05/2010 sobre o curso de Biblioteconomia está disponível para consulta on line no site do Globo Universidade.

No item “Programa Globo Universidade” do menu principal, você encontrará um calendário com um sistema de busca e a sinopse de cada um dos programas exibidos.


Amigos bibliotecários, vc podem ter acesso pela home:


http://globouniversidade.globo.com/

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Entrevista com José Castilho - secretário executivo do PNLL

Castilho: Valeu a pena!

Às vésperas de completar a primeira edição trienal do Plano Nacional do Livro e Leitura, o secretário executivo José Castilho afirma que nunca se falou tanto sobre o tema na agenda cultural do País, extrapolando, inclusive, para outros ambientes da vida nacional. Ele está convencido de que a criação do PNLL representa um grande avanço para que a questão do livro e a leitura se torne uma política de estado, e que o Brasil se tornou referência internacional. Num balanço sobre o período, Castilho analisa prós e contras e diz que valeu muito a pena o esforço de governo e sociedade para reinventar a forma de construir políticas públicas. Mas ainda falta dar maior institucionalidade, reconhece, em entrevista exclusiva à Brasil Que Lê.

O PNLL está concluindo, agora, sua primeira edição (2006/2009). Valeu a pena? Ele é bom para o Brasil?

Valeu e muito! Foi e está sendo um esforço imenso, tanto do governo quanto da sociedade, para levar adiante os enormes desafios do PNLL. Mas creio que todos estão convencidos de que o País como um todo está adquirindo uma compreensão singular da questão nesta quadra da história das lutas pela leitura no Brasil. Posso afirmar, pelas inúmeras reuniões e eventos que participo, que é cada vez maior a consciência de que não é mais possível protelar o enfrentamento das questões impostas pelos quatro eixos do PNLL – a democratização do acesso à leitura; a formação de mediadores e facilitadores da leitura; a inserção do livro e da leitura como valor cultural no imaginário popular e o apoio ao desenvolvimento dos setores criativo, produtivo e distributivo do livro. Apenas a admissão dessas questões e sua correta compreensão já seria algo muito bom para o Brasil. Mas esses três anos já fizeram mais do que isso. Portanto, entendo que o nosso país é o grande beneficiário de tudo que se conquistou nesse último período. Mas, como sempre afirmo: cautela contra os ufanismos porque estamos apenas no início de um processo que poderá ser, de fato, transformador a longo prazo e, para isto, precisamos ainda conquistar algo fundamental que é a manutenção do PNLL enquanto política de estado, durável, suprapartidária e supra governamental.
O que o País ganhou com a instituição do PNLL?
Há vários pontos a ressaltar, mas vou destacar três que são evidentes. Em todos eles, se pode alegar que o PNLL não foi a única causa do florescimento deles, mas também não se pode negar que foi com o surgimento do Plano e seu constante desenvolvimento que o livro e a leitura ganharam densidade e dinâmica singular na nossa história cultural. Vejamos: É notório que livro e leitura estão na pauta do debate cultural, ou seja, é assunto, é tema, reassumiu o lugar que havia perdido no cenário cultural do País há muito tempo. Sou professor universitário e editor há 31 anos e nunca presenciei um interesse tão grande pelo setor e suas questões nos circuitos culturais. Basta ver a quantidade de eventos que proliferam pelo País, inclusive fora dos eixos tradicionais. São centenas de feiras de livros, simpósios e jornadas literárias, festivais, encontros e congressos que reúnem milhares de pessoas que demonstram interesse pelo livro, pela leitura e pela literatura. Temos até a inédita criação, em 2008, da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Leitura, que faz a imprescindível defesa das políticas de leitura no Congresso.Nos últimos 3 anos o investimento em leitura nos programas governamentais aumentou exponencialmente, inclusive no Ministério da Cultura, que tem no livro e na leitura um de seus principais eixos de atuação no âmbito do programa Mais Cultura. Objetivamente, isto significa mais recursos para resolver os problemas crônicos que impedem políticas públicas de livro e leitura e que estão sendo resolvidos paulatinamente. Exemplifico: “zerar” o número de municípios sem bibliotecas, modernizar e dar sentido contemporâneo aos equipamentos culturais aonde o livro é central, criação de pontos de leitura em locais onde a população frequenta, entre outras iniciativas.O País também ganhou pela concepção e forma com que o PNLL se constrói. Inovou-se ao se caracterizar como ação compartilhada entre o poder público e a sociedade organizada nas cadeias criativa, produtiva, distributiva e mediadora. Avançou-se quando a sociedade foi chamada para auxiliar a gerir, a dirigir e a fomentar o Plano e não apenas observá-lo e apoiá-lo. Inovou-se também quando o PNLL se propõe a não substituir nenhuma instituição ou entidade que esteja fazendo ações pela leitura. Ao contrário, ele se dispõe a apoiar, divulgar, incentivar e auxiliar na possível sinergia destas ações com outras que existem pelo País. Ao procurar não “reinventar a roda”, o PNLL tem o papel de agregação, aproximação, fomentador de diretrizes, sendo, portanto, uma instituição indutora de ações executadas tanto pelo poder público quanto pela sociedade. E realiza tudo isso fazendo a firme defesa de uma linha mestra que é a norteadora de todas as suas ações e que tem em sua base a concepção estratégica de que a educação e a cultura devem estar unidas pela conquista de um Brasil leitor. Essa linha mestra foi consenso de amplo debate e se materializou no próprio texto constitutivo do PNLL que eu costumo chamar de “Constituição” do setor, aprovado em dezembro de 2006 pela Câmara Setorial do Livro, Leitura e Literatura.
Dentre as metas estabelecidas para esta primeira edição, o que não foi possível avançar? Por quê?
O PNLL superou muitos desafios e entendo que tenha cumprido suas metas principais nessa sua primeira fase. Mas não me furtarei à pergunta. Embora tenha obtido boas conquistas na área, entendo que não se avançou muito no terreno da institucionalização, o que poderia dar maiores garantias da continuidade das ações em curso, a desejada política de estado para o setor. Se nos fixarmos apenas à esfera federal, sinto a urgência da reconstrução em bases contemporâneas e nos parâmetros e metas do PNLL de um órgão responsável no Minc pela condução exclusiva da política nacional de livro e leitura e que, entendo, seria o Instituto Nacional do Livro, Leitura e Literatura. Essa hipótese, que inclusive é defendida pelo ministro Juca Ferreira, corre o risco de não se concretizar no atual mandato governamental. Por quê? Talvez se tenha subestimado o poder conservador dos “status quo” e, mais ainda, subestimado a resistência que, todavia, subsiste em alguns setores contra a criação de novos instrumentos que tenham na contemporaneidade conceitual das ações pelo livro e pela leitura seu eixo principal, demonstrando que ainda não é unânime, na prática do exercício da política, a convicção de que a leitura, o direito a ler e escrever com prazer e crítica seja elementos imprescindíveis para a construção de uma sociedade mais justa e mais feliz.
Qual deve ser, na sua opinião, a agenda das políticas públicas do livro e leitura para os próximos anos?
Sempre com a convicção de que se avançou muito, mas não o suficiente, entendo que a agenda de políticas públicas do livro e leitura dos próximos anos não deve se afastar dos parâmetros e conceitos elaborados pelo texto constitutivo do PNLL e de seus quatro eixos. Há uma permanência naqueles conceitos e objetivos que não podem ser desprezados se quisermos construir uma Política de Estado. E vejo que a agenda não deve ser muito diferente do que a que enfrentamos nos primeiros três anos. As bases foram lançadas, os primeiros programas como o Mais Cultura no MinC e o PDE no MEC, que contemplam a área de leitura em seus escopos, precisam ser ampliados, ganhando a necessária capilaridade. É preciso expandir e sofisticar a agenda à medida que avançamos nas conquistas, mas creio que deveriam ser respeitados os parâmetros acordados com os especialistas e a sociedade representada pelas entidades de todas as cadeias. Posta essa questão geral, me parece cristalino que o melhor caminho da expansão da agenda é a consolidação e implantação em todos os estados e municípios brasileiros dos Planos Estaduais e dos Planos Municipais de Livro e Leitura, processo que se iniciou oficialmente no último dia 7 de outubro no Fórum Mais Livro e Mais Leitura para os Estados e Municípios.


terça-feira, 10 de novembro de 2009

XII Encontro Estadual do Programa Nacional de Incentivo à leitura (Proler)



Com o tema “Políticas públicas de leitura no Brasil”, o XII Encontro Estadual do Programa Nacional de Incentivo à Leitura (Proler) será realizado de 11 a 13 de outubro, no Convento das Mercês, em São Luís.
Participantes: a presidente do Conselho Deliberativo do Proler e secretária geral da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Elizabeth D’Angelo Serra.

O Encontro é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (Secma), por meio da Biblioteca Pública Benedito Leite, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Secretaria
Municipal de Educação (Semed), Associação dos Livreiros do Maranhão (Alem) e Livraria Paulinas.

A valorização da leitura é uma das principais vertentes do Programa Nacional de Incentivo à Leitura, atualmente consolidado por meio do Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL), do Ministério da Cultura (MinC). “Essa afirmativa vem se concretizando pela diversidade de ações e modos de leitura realizados durante os encontros do Proler”, afirma Rosa Maria Ferreira.

O Encontro Estadual do Proler contribuirá para o fortalecimento e ampliação da rede de bibliotecas e para a formação de mediadores, compreendendo professores, bibliotecários, gestores de bibliotecas e agentes de leitura. “Além disso, temos por meta o incentivo da criação de projetos sociais da leitura em política de Estado”, acrescenta Rosa Maria Ferreira.

Programação

- 11 de Nov (10 h) Palestra de abertura: “Políticas públicas de leitura no Brasil” Elizabeth D’Angelo Serra

- 12 e 13 de Nov Mesas-redondas com os temas :

“Leitura, literatura e formação de professores e leitores”, ministrada pelo escritor e professor mineiro Bartolomeu Campos de Queiroz e pela professora da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Sonia Almeida.

“Texto e imagem na literatura da qualidade para criança e jovem”, com os especialistas Maria
da Graça Monteiro Castro (doutora em literatura e professora da Universidade Federal de Goiás), Roger Melo (escritor e ilustrador, indicado para o Nobel de Criança e Jovem) e José Ribamar Ewerton (escritor e membro da Academia Maranhense de Letras).

As oficinas das 14h às 17h.
Os temas são:


“A arte de brincar”(Silvana Cartágenes)

“Duas escritas” (Elizete Lisboa)

“Leituras de imagens”(Roger Melo)

“Programa de Gerenciamento de Informação (BibLivre)” (Andréa Vasconcelos)

“A magia da leitura” (Aline Carvalho do Nascimento)

“Leitura e auto-estima” (Edna Matos)

“Leitura e poesia”,(Edmilson Rodrigues)

sábado, 31 de outubro de 2009

Softwares de Automação de Bibliotecas

Softwares proprietários

Softwares Open Source

Softwares Grátis
Biblioteca Fácil: lhttp://superdownloads.uol.com.br/download/86/biblioteca-facil/
BiblioteQ://www.baixaki.com.br/download/biblioteq.htm
Minibiblio: http://www.athenas.com.br/athenas/site/download/popup_minibiblio.htm